domingo, 28 de abril de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Serviço Social UNIRIO continua na Luta!
Por Lívia Prestes, estudante de Serviço Social da UNIRIO
Nesta
última terça-feira (05/02/13) a escola de serviço social esteve em reunião com
a reitoria. Estiveram presentes diversos docentes e pela primeira vez
conseguimos, por uma pressão do movimento estudantil, marcar uma reunião para
as 18h e por isso tivemos uma presença muito maior dos estudantes.
Infelizmente
essa é a única novidade boa. Quem nos recebeu foi o vice-reitor que em uma das
suas primeiras falas afirmou que não tinha nada de novo para falar sobre as
nossas pautas, que são as mesmas desde 1º de novembro de 2012 (Renovação do
contrato dos professores temporários até agosto de 2013 e a posse da professora
aprovada em 1º lugar no concurso). Isso deixou claro que a Reitoria da UNIRIO
nada faz a respeito de nossa escola.
Depois
dessa vergonha, tivemos mais reunião extensa e que não deu em nada de concreto
para as nossas reivindicações!
Éramos
nós, estudantes e professores desafabando e nos indignando com tanto descaso à
nossa situação. Deixamos claro que para nós era uma reunião com a reitoria, e
não queremos desculpas de quem tem mais ou menos poder nessa gestão, ou quem
resolve cada situação. Ficou evidente que as críticas do vice-reitor não passam de uma disputa de poder na
reitoria que é meramente burocrática. Ninguém ali foi eleito com uma plataforma
que se colocava diretamente em apoio a todas as lutas sindicais e estudantis,
contra precarização da Universidade, pra pressionar o governo Dilma por mais
verbas públicas pra educação, por mais concursos para professores, etc.
O Serviço Social precisa continuar na
luta, e agora é tudo ou nada!
Além disso, nós
estudantes somos os que podem tocar essa luta, o que temos de concreto até
agora é que dia 28/02 os professores serão demitidos e ficaremos somente com 6,
que logicamente não tem como tocarem essa luta sozinhos! Somos fundamentais
nesse processo e precisamos nos mobilizar! Exigir um ensino de qualidade,
professores, salas de aula, nosso prédio, assistência estudantil que garanta
nossa permanência nos quatro anos do curso.
Tivemos
praticamente um período inteiro pedindo transferência para a UFRJ. Não podemos
deixar que a nossa escola continue nessa precarização que é o que querem a
Reitoria e o Governo Dilma! Precisamos lutar pela nossa escola, sabemos que ela
já nasce precária dentro de um projeto (REUNI) que não garantiu as mínimas
condições que um curso precisa ter para funcionar, mas a solução não pode ser
deixar o curso acabar!
E
O CASS?
O CASS poderia
cumprir um papel mobilizador muito importante. Embora alguns estudantes que
dele participam se mostrem combativos e indignados em suas falas nas audiências,
não vemos na prática, uma posição do CA.
O CASS deveria
mobilizar se manifestar publicamente denunciando o que acontece na nossa escola
e porque isso acontece, se articular com o MESS e movimentos de luta chamando
para nossa mobilização, denunciar o governo e a reitoria, mobilizar
constantemente e de fato os estudantes, chamando reuniões abertas e amplamente
divulgadas para fazer valer as vozes dos estudantes no Centro Acadêmico.
Só iremos
conquistar nossas pautas com muita luta, porque o governo Dilma e a Reitoria
(que representa muito bem o governo!) já deixaram claro nesses últimos anos
para quem governam e não é para nós, estudantes e trabalhadores, a precarização
só aumenta e é necessário lutar contra isso, pra conquistar mais concursos pra
professores, mais estrutura e mais verba pra educação de qualidade!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Pré-tese do Vamos à Luta ao Coneb
Apresentação
Juventude Vamos à Luta
O Coneb da UNE vai ocorrer em um momento importante das lutas no mundo, que em 2012 foi protagonizada desde a Europa, percorrendo vários países e que culminou na Greve Geral de 14/11 batizada de 14N. Acreditamos que neste ano esse processo continuará e seremos parte dele. No Brasil, fomos parte das lutas e mobilizações estudantis. Estivemos nas assembleias massivas das Universidades Federais em maio que deflagram uma das maiores greves do Brasil, como a assembléia da UFABC com 2 mil estudantes. Em 2 semanas já eram 30 Universidades em greve de professores, estudantes e servidores.
O Coletivo Vamos à Luta foi parte ativa deste processo. Participamos dos atos de rua, dos comandos unificados, marchas à Brasília e também do comando nacional de greve que aprovou que a greve estudantil era dirigida pela base, e que nem a UNE nem outra entidade falava em nome dos estudantes, somente o comando nacional. Enfrentamos o maior inimigo da educação, o governo Dilma, que cortou verbas da educação nos seus dois primeiros anos. Apesar dogoverno não querer negociar, nossa mobilização conquistou 174 milhões de reais de aumento das verbas do PNAES (Plano de Assistência Estudantil). Por isso nosso coletivo é parte da oposição de esquerda a este governo e não nos furtamos em denunciá-lo e responsabiliza-lo pelas mazelas da educação.
Nas eleições, fomos parte da campanha do Psol no país inteiro, e participantes ativos da “Primavera Carioca” que encantou a juventude que foi pra rua na campanha de Marcelo Freixo e agora luta contra o aumento das passagens de ônibus.
Durante a greve, a direção majoritária da UNE (UJS/PCdoB/PT) cumpriu um papel pelego, não respeitando o Comando de Greve Estudantil com delegados eleitos pela base em cada assembléia. Essa direção nada mais é do que o braço direito do governo no movimento. Por isso combatemos esses burocratas do movimento estudantil, construindo a Oposição de Esquerda na UNE, pois defendemos que pela base surja uma nova direção para o movimento estudantil. Este CONEB tem a tarefa de derrotar a política governista desta direção e construir pela base um calendário de lutas nas Universidades que possa colocar os estudantes em mobilização,seja contra o aumento da tarifa, pelo passe livre irrestrito, por mais verbas para educação e contra os sucessivos cortes. Por isso te fazemos um convite a dar essa batalha conosco do Coletivo Vamos à Luta e da juventude do PSOL.
O mundo não para de lutar!
Desde o norte da África e a resistência palestina, passando pela Espanha, Grécia, Portugal, a greve estudantil no Québec e no Brasil, o movimento “Somos 132” no México, na insurreição panamenha, as mobilizações chilenas. Em todos os continentes a juventude indignada se junta aos trabalhadores para enfrentar os altos indicies de desemprego, os cortes de verbas, os planos de ajustes que os governos de todo o mundo, sem exceção, tentam aplicar para cumprir as ordens do FMI, da Troika, do Banco Mundial.
Nada indica que neste ano de 2013 isto parará. Somos a juventude que se mobiliza no mundo, somos todos indignados!
A Primavera Árabe continua
Há mais de uma semana estamos assistindo os trabalhadores e a juventude do Egito ocupando novamente a Praça Tahir. Querem a queda do presidente, pois após meses de ter sido eleito, quer voltar à ditadura assinando um decreto que concedia super poderes ao presidente. No dia 04 de dezembro o presidente Mursi foi obrigado a deixar o Palácio Presidencial por força das manifestações que pediam sua queda. O processo revolucionário, mais conhecido como “Primavera Árabe” não terminou, continua vivo. As ditaduras continuam sendo questionadas e podem cair como na Síria, onde o sanguinário Assad já pediu exílio na América Latina, pois está a beira de cair. Defendemos a Não intervenção imperialista! Todo poder aos Rebeldes Sírios! Viva a revolução Árabe!
Viva a Resistência do povo Palestino!
Condenamos os ataques genocidas de Israel contra o povo palestino, utilizando inclusive de bombas de fósforo branco, pois não há justificativa pra agredir um povo que luta pelo direito a terra. Israel, que conta com a ajuda dos EUA para tentar dominar a região, conta com o maior aparato bélico (armas) da Região.
São mais de 50 anos de conflito e o povo palestino segue sendo oprimindo, não sendo permitido a entrada de alimentos e medicamentos. Por isso, defendemos o fim do estado sionista de Israel e que exista um único estado laico e democrático, onde palestinos e israelenses, árabes e judeus, possam conviver como conviviam até antes da criação do estado artificial de Israel em 1949, pela ONU, em paz e harmonia. Viva o povo palestino! Somos todos palestinos!
“Reforma” da Previdência foi aprovada com o mensalão!
Cadeia para Genoíno e Investigação de Lula!
Assistimos recentemente ao julgamento do mensalão. O STF condenou 13 pessoas, dentre elas, os homens de confiança de Lula: José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares. Dirceu, inclusive, com uma pena de 13 anos atrás das grades. A posse agora de Genoíno como deputado federal mostra o descaso e a cara de pau do PT e do governo, continuam defendendo seus mensaleiros! Os crimes de corrupção e compra de votos para a aprovação da Reforma da Previdência de Lula foram desmascarados e geraram novas investigações como a Operação Porto Seguro, onde a Polícia Federal investiga os tráficos de influência ocorridos no gabinete da presidência em SP, envolvendo pessoas nomeadas por Lula para ocupar cargos nas agências reguladoras. Junto com as declarações de Marcos Valério, fica cada vez mais difícil para Lula continuar afirmando que "não sabia de nada". É necessário que o ex-presidente seja investigado para que se apure seu real envolvimento nesses escândalos.
Para garantir as verbas para corrupção, “Cachoeiras”, grandes empresários e banqueiros, o governo Dilma (PT/PMDB/PCdoB), realizou os maiores cortes de orçamento, cortando verbas das áreas sociais que atingem a juventude e a classe trabalhadora! Só nos últimos 2 anos Dilma já cortou mais de 5 Bilhões de reais da educação, enquanto destina 47% do PIB aos banqueiros! Além disso, segue aplicando a política de privatização do governo FHC, com os leilões do petróleo, a privatização doa aeroportos e o "kit da felicidade" do Eike Batista com a privatização das estradas. Tudo isso prova que o governo PT/PMDB/PCdoB está ao lado dos grandes empresários e não dos trabalhadores.
É preciso anular a contra-reforma da Previdência que retira direitos dos trabalhadores e foi aprovada com dinheiro da corrupção. Defendemos prisão para corruptos e corruptores, revogação dos mandatos dos envolvidos. É necessário também suspender o pagamento da dívida para só assim inverter prioridades e investir em educação, saúde e melhorar a vida do povo trabalhador. Dinheiro pra educação, não pra Cachoeira, mensaleiros e corruptos!
Não nos representam!
Por uma nova direção pro movimento estudantil
Se 20 anos atrás a juventude estava na rua lutando contra a corrupção no Fora Collor; hoje a direção majoritária da UNE (UJS/PCdoB/PT) está ao lado e defende os mensaleiros do PT, como o José Dirceu. A majoritária da UNE se cala porque faz parte do governo PT/PMDB, recebe milhões do governo federal, e não tem mais independência para tocar a luta dos estudantes.
Por isso, os estudantes organizaram em 2012 a greve estudantil pela base, por fora da majoritária da UNE e rechaçaram essa direção durante a greve, pois não nos representa.
No mundo inteiro a juventude tem lutado contra as direções burocráticas e por isso o PC chileno foi derrotado nas eleições de diversos DCE’s. Aqui no Brasil, na eleição do DCE da PUC-RS a esquerda derrotou a máfia burocrática que estava há 20 anos no DCE fraudando as eleições.
É necessário se inspirar nesses movimentos e, como na greve, construir pela base uma nova direção pro movimento estudantil.
Sem ilusões nos royalties e fundo do pré-sal pra educação!
Contra os cortes de verbas! Por 10% do PIB já em 2013!
Fomos parte em 2012 da maior greve das Universidades nos últimos anos que unificou estudantes, professores e técnicos-administrativos contra a precarização da Universidade, contra a expansão sem qualidade e por mais verbas públicas para educação. Nos últimos 2 anos o governo Dilma cortou 5 bilhões de reais da Educação e vemos que isso se reflete na falta de salas de aulas, bandejões, moradia estudantil, etc. Hoje o governo não investe nem 5% do PIB na educação, mas destina 47% para pagar os juros da dívida pública aos banqueiros.
A direção majoritária da UNE afirma que os 10% do PIB para educação foram conquistas através da destinação de 100% dos royalties e 50% do fundo social do pré-sal. Com isso, enganam os estudantes. Pois não falam que apenas uma parte dos rendimentos dos royalties do pré-sal (1,65%) iria ou não para educação. E que se mesmo todos os atuais poços de petróleo fossem leiloados novamente à iniciativa privada apenas se atingiria um aumento de 0,6% do PIB para educação, insuficiente para atingirmos os 10%.
Não confiamos no governo, nem na direção majoritária da UNE! Só é possível conquistar mais verbas públicas para Educação a partir das lutas, mobilizações e greves como fizemos esse ano para derrotar o governo Dilma e sua política de destinar metade do PIB para o pagamento da dívida pública.
Unir a luta nas pagas contra a farra das mantenedoras e o descaso de Dilma
Na PUC Minas, PUC SP e UNAMA, os estudantes fazem paralisações, ocupam a reitoria e questionam as caras mensalidades, a falta de democracia, as taxas e os inúmeros problemas existentes nestas instituições como falta de bolsas, de estímulo à pesquisa e extensão, e assistência estudantil. Na PUC RS os estudantes derrubaram a máfia que dirigia o DCE, dando o exemplo de que é possível conquistar democracia nas Universidades particulares através de muita unidade, luta e mobilização coletiva. Os estudantes estão dizendo não à crise das Universidades particulares. Os responsáveis por essa situação são as mantenedoras que fazem de tudo para manter seus lucros e o governo Dilma (PT/PMDB/PCdoB) que não tem nenhum tipo de controle sobre o ensino privado.
A direção majoritária da UNE (PCdoB/ PT), que deveria impulsionar a luta dos estudantes contra esses ataques, silencia aos tubarões do ensino e à irresponsabilidade do governo federal. Nós, do Vamos à Luta e da juventude da CST-PSOL, acreditamos que é preciso seguir o exemplo dos estudantes chilenos, expoente da luta estudantil latino-americana, que unificaram as lutas de suas universidades e, com grande apoio dos trabalhadores e povo do Chile, vem reunindo milhares nas ruas contra o modelo de educação mercantil do governo Piñera. Os problemas de todas as universidades são idênticos. Há uma única crise e o mesmo inimigo a ser combatido.
Cotas: uma conquista do movimento negro e estudantil! Não do Governo!
O Governo aprovou a lei de cotas de 50% para todas as universidades, afirmando que isso era um grande avanço em sua popularização. Dilma simplesmente mente. Primeiro, porque quer aparecer com uma “nova lei áurea” negando a dura luta do movimento negro e estudantil. Segundo quer esconder sua política de sucateamento das universidades, que em 2 anos cortou 5 bilhões de verbas, afetando a infra-estrutura e a assistência estudantil. Essa política de Dilma afeta a permanência dos alunos cotistas, que precisam sim de assistência estudantil. Além disso, é importante lembrar que a lei de cotas se trata de uma medida paliativa que não resolve o problema do acesso, além de não criar nenhuma nova vaga nas Universidades públicas.
Fomos parte da luta dos estudantes da UFRGS que ocuparam a reitoria enfrentando o racismo e o preconceito de classe, para consolidar a política de cotas. Por isso, nós do Coletivo Vamos à Luta e da Juventude do PSOL, defendemos sim a política de cotas sociais e raciais nas universidades, como paliativo, mas queremos continuar a luta pelo acesso universal nas universidades públicas, só assim resolveremos o problema do acesso da juventude ao ensino superior.
“Nada causa mais pavor à ordem do que mulheres que sonham e lutam”
José Martí
Em 2012, um grupo russo formado por três mulheres, Pussy Riot, desafiou o presidente Putin com uma canção-protesto na Catedral de Moscou. Assistimos agora em dezembro uma série de protestos na Índia após dois casos de estupro coletivo na capital Nova Déhli. É necessário no mundo inteiro combater o machismo e a violência contra as mulheres; a Marcha das Vadias é parte desse processo.
Aqui no Brasil, a chegada ao poder de uma mulher, a presidente Dilma, não significou avanços para a luta das mulheres universitárias e trabalhadoras. Pelo contrário, os cortes de verbas das áreas sociais (educação, saúde, moradia) do governo atingem mais as mulheres; e nas Universidades, ainda temos que lutar por creches para atender as mães universitárias.
Cada vez mais as mulheres tem sido protagonistas nas lutas, atos e mobilizações que tem acontecido no mundo; seja na primavera árabe, nas greves gerais européias ou na greve das Universidades aqui no Brasil. Estas são as mulheres que nos representam e apontam o caminho de nossa luta.
Dilma: inimiga da Amazônia e dos povos da floresta!
Nunca antes na história desse país a natureza foi tão devastada. O governo Dilma constrói na marra Belo Monte, desrespeitando os povos do Xingu, superexplorando e até prendendo os operários que realizam greve por melhores condições de trabalho. O governo federal também aprova o novo código florestal que anistia desmatadores e legaliza a violência no campo. Por outro lado, a os povos indígenas sofrem com o descaso do governo, como o caso dos Guaranis-Kaiowás, que depois de muita mobilização conseguiram a demarcação de suas terras. A exploração desordenada e os altos lucros das multinacionais com nossos recursos naturais são parte dos compromissos de Dilma com desmatadores, a exemplo de Kátia Abreu (ex-DEM), líder da bancada ruralista, que passou de mala e cuia para a base governista.
Enade: nota ZERO!
A lógica dos governos Lula/Dilma (PT/PMDB) de avaliar e rankear as Universidades através do Enade mais uma vez se mostra equivocada! Agora o MEC divulga a lista de cursos mal-avaliados com intuito de cancelar vestibulares e interferir em sua autonomia. Os estudantes boicotam o Enade porque não acreditam num método de avaliação que ignora as regionalidades e não avalia as condições dos estudantes se manterem nas Universidades – cada vez mais precarizadas pela expansão sem qualidade do governo, que não garante salas de aulas, professores, assistência estudantil, etc. De forma mercadológica, o governo beneficia as melhores e pune as que tiveram as piores notas; servindo para que as Particulares possam se auto-propagandear e para justificar cortes de verbas nas Públicas. O Enade não passa de mais uma ferramenta inclusa no plano de metas imposto pelo FMI à educação brasileira. E, infelizmente, mais uma vez a direção majoritária da UNE (UJS/PCdoB/PT) se cala diante da postura do governo.
Os estudantes, professores e técnicos-administrativos também avaliaram o governo Dilma e, por isso, protagonizaram em 2012 a maior greve dos últimos anos das Universidades.
Estamos ao lado dos estudantes e contra a tentativa do governo de intervenção nas Universidades Públicas. Exigimos uma avaliação de verdade das Universidades e mais verbas públicas para educação.
LGBTT: Vamos à Luta combater a opressão!
Temos assistido diariamente casos de violência contra gays, lésbicas, travestis e transexuais. O Brasil encontra-se em primeiro lugar no ranking mundial de assassinatos homofóbicos, concentrando 44% do total de execuções de todo o mundo, segundo dados do Grupo Gay da Bahia (GGB).Entre os anos de 2010 e 2012, mais de 800 homossexuais e transexuais foram assassinados no Brasil. Mortos por diferença de orientação sexual, nada mais do que isso.
Neste ano o ex-militante da ENECOS e da causa LGBTT, Lucas Fortuna, foi assassinado covardemente a pauladas em Recife. Quantos mais terão que morrer para que a homofobia vire crime?
O governo Dilma tem se curvado à bancada religiosa, não aprovando o PLC 122 e alterando diversas emendas, apenas para agradar a ala mais conservadora da burguesia nacional! O combate à homofobia e à todas outras formas de opressões na sociedade capitalista é algo diário e cotidiano. Nós do coletivo Vamos à Luta defendemos a aprovação do PLC 122, que criminaliza a homofobia e a criação de políticas públicas voltadas para o público LGBTT!
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Manifesto pela Unidade da Esquerda no Movimento Estudantil da UNIRIO
Nós, do coletivo Vamos à Luta,
que fomos parte ativa da Primavera Carioca, da greve e das lutas que
aconteceram nos últimos anos no movimento estudantil da UNIRIO, consideramos
que os estudantes de oposição de esquerda ao DCE
tem um desafio principal: tirar nosso DCE das mãos da reitoria, do governo, da
direção majoritária da UNE e devolvê-lo aos estudantes, à mobilização e à luta
estudantil. Entendemos que é fundamental o esforço de
encontrarmos uma plataforma que nos unifique e construir a unidade da
esquerda:
1 - Por um DCE anti-governista,
de oposição de esquerda aos governos Paes, Cabral e Dilma (PT/ PMDB/ PCdoB). Enquanto o governo Dilma destina 47% do PIB para o pagamento
de juros aos banqueiros, corta 5 bilhões de reais da Educação. Por isso,
enfrentamos o governo na greve nas Universidades. Aqui no Rio, o prefeito
Eduardo Paes já anunciou um novo aumento das passagens de ônibus e nossa tarefa
é construir a luta contra esse aumento.
2 - Oposição intransigente à
direção majoritária da UNE (PCdoB/ PT), que hoje
também está no DCE. A direção da UNE hoje é um
braço do governo Lula/ Dilma no movimento estudantil, defendendo todas suas políticas
ao invés de estar ao lado dos estudantes. Por isso, 20 anos após o Fora Collor,
prefere estar ao lado de todos os mensaleiros do governo do que lutando contra
a corrupção. Fazem parte desse governo e por isso não tem condições de pautar a
fundo as reivindicações dos estudantes, que se enfrentam diretamente com o
governo do PT.
3 - Apoio às mobilizações da
juventude e trabalhador@s de todo o mundo, que estão indignad@s com os cortes
dos governos e vão às ruas em defesa da educação, por emprego, salário e
direitos sociais. Somos parte da Primavera Árabe,
dos indignados espanhóis, da luta dos estudantes chilenos.
4 - Por um DCE independente da reitoria. Acreditamos que a única forma do DCE de fato pautar as reivindicações dos estudantes frente à administração da Universidade é se não for atrelado e não tiver rabo preso com nenhum setor político da atual reitoria e das antigas administrações.
5 - Por um movimento
estudantil e um DCE combativo e protagonista de lutas e mobilizações pela imediata
construção do bandejão, pela moradia estudantil, pelo reajuste e aumento da
oferta de bolsas, por condições estruturais em todos os campi, pra barrar a
EBSERH na UNIRIO.
6 - Pela democracia radical
no movimento estudantil da UNIRIO, que se paute pela constante consulta às
bases, com assembléias e CEB's.
Propomos uma plenária de toda a
oposição de esquerda ao DCE, todos os setores,
coletivos e Centros Acadêmicos, para construção coletiva deste projeto!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Serviço Social da UNIRIO paralisa devido ao descaso dos governos Lula e Dilma
Lívia Prestes – Coletivo Vamos à Luta
Priscila Guedes – Juventude da CST-PSOL
O curso de Serviço Social da UNIRIO foi criado em 2010 através do REUNI, projeto do governo Lula (PT/PMDB), que não garantiu nenhuma estrutura para o seu funcionamento. Toda a lógica do REUNI foi pautada por uma expansão sem qualidade, marcada pela precarização das condições de trabalho e estudo. O curso começou a funcionar sem nenhum professor efetivado, sem nenhum técnico-administrativo e sem sala para coordenação. Apesar da luta intensa que o curso vem travando com a Reitoria desde seu surgimento hoje - tendo 6 períodos -, ainda se encontra num quadro muito crítico: 6 professores efetivos e 7 professores temporários, não têm salas de aula, nem biblioteca. A Direção da Escola, a sala dos professores e o Centro Acadêmico funcionam no mesmo espaço.
Para agravar o quadro, a reitoria a mando do MEC irá romper o contrato de todos os professores temporários no meio do próximo semestre, o que implica em que o semestre irá começar, mas não terminar. Devido a essa situação de precarização e descaso total com a educação, o colegiado do curso decidiu paralisar suas atividades a partir do dia 21 de novembro, ou seja, não iniciar o próximo semestre enquanto não tiver a garantia de abertura de novos concursos e a permanência dos professores temporários até a efetivação dos concursados, a contratação imediata da Profª Paula Bonfim aprovada em concurso no ano de 2011, além da construção do novo prédio do CCH.
É importante ressaltar que a situação do Serviço Social da UNIRIO não está isolada. Faz parte do mesmo processo de precarização das Universidades implementado por Lula/Dilma; por isso muitos cursos no Brasil inteiro passam por situações semelhantes. Não é a toa que esse ano fomos parte de uma das maiores greves das Universidades. Uma greve contra o Reuni; contra a expansão sem qualidade e a precarização do ensino; contra os cortes de 5 bilhões de reais da Educação do governo Dilma.
A carta da Comunidade Acadêmica de Serviço Social deixa claro que a saída para resolver nossos problemas é a mobilização: “Esperamos que estes e outros problemas sejam resolvidos o mais rápido possível, tendo a certeza que somente a mobilização e a luta de professores, estudantes, funcionários e comunidade acadêmica são capazes de consolidar uma universidade com a qualidade e o compromisso social de que o Brasil tanto necessita” (5 de novembro de 2012). Para isso necessitamos de entidades independentes da Reitoria e do Governo Dilma (PT/PMDB/PCdoB) e uma direção democrática e de lutas a frente dessas entidades.
Infelizmente, o DCE da Unirio hoje é alinhado à direção majoritária da UNE (PCdoB/ PT), que é o braço do governo no movimento estudantil. Em 2007, quando o Reuni era apresentado, mais de 30 reitorias foram ocupadas contra a expansão sem qualidade. A direção majoritária da UNE estava na contramão desse movimento e sua presidente, Lúcia Stumpf (PCdoB), acusava esses estudantes de "reacionários". E hoje, ao invés de se autocriticar e admitir que aqueles que ocuparam as reitorias estavam corretos, eles continuam defendendo a expansão via REUNI e enganam os estudantes sobre o real motivo da ausência de salas de aula, professores, biblioteca. Uma posição que também é compartilhada pelos diretores do Centro Acadêmico de Serviço Social que são ligados a UJS/PCdoB.
Por isso é imprescindível à participação e mobilização de todos os estudantes, precisamos que as entidades estudantis da Universidade travem uma luta junto com os estudantes, que combata essa precarização da educação que se agravou com o REUNI de Lula e denuncie o governo Dilma que corta bilhões de reais da educação para dar aos banqueiros e empresários.
Por concurso público para professores! Pela admissão imediata dos concursados! Pela permanência dos professores temporários até a admissão dos professores concursados!
Pela construção imediata do novo prédio do CCH! Por livros de SeSo na biblioteca!
Por expansão com qualidade! Chega de REUNI! Verbas para educação e não para o pagamento da dívida pública!
Fortalecer a oposição de esquerda no DCE UNIRIO!
Pela construção imediata do novo prédio do CCH! Por livros de SeSo na biblioteca!
Por expansão com qualidade! Chega de REUNI! Verbas para educação e não para o pagamento da dívida pública!
Fortalecer a oposição de esquerda no DCE UNIRIO!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Primavera na Unirio
Manifesto do Coletivo Vamos à Luta para as eleições DCE UNIRIO 2012/2013
As eleições do DCE estão chegando
e achamos que esse momento é privilegiado para debatermos! Somos do Coletivo
Vamos à Luta e compomos a oposição ao grupo que atualmente comanda o DCE.
Estivemos nas principais lutas da universidade no último ano, pois somos
independentes da Reitoria e do Governo Dilma. Como militantes do PSOL,
juntamente com milhares de jovens do Rio, construímos a primavera carioca com a
campanha de Marcelo Freixo. Agora é hora de mudar a direção do DCE, organizando
uma primavera na UNRIO. Afinal, nada deve parecer impossível de mudar!
2012 – um ano indignado
Fomos parte, em 2012, da maior
greve da história das Universidades federais. Estudantes, professores e
técnicos foram às ruas lutar em defesa da Universidade pública e contra o corte
de verbas de 5 bilhões de Dilma que destina mais de 47% do PIB para os
banqueiros. Ao invés de investir em educação o governo do PT/PMDB /PCdoB
realiza expansão sem qualidade que não garante estrutura, assistência
estudantil e precariza as condições de estudo e trabalho; falta reajuste
salarial aos servidores e privatiza os hospitais universitários através da
Ebserh. Enquanto se recusava a receber os grevistas, Dilma anunciava mais um
pacote de privatização das estradas, o “kit da felicidade” de Eike Batista.
Nossa greve conquistou vitórias,
como o reajuste do valor das bolsas, e por isso a luta tem que continuar!
No mundo inteiro, a juventude e
os trabalhadores combatem os cortes de verbas do governo, as ditaduras, a falsa
democracia dos banqueiros e as privatizações e tem se mobilizado e ido às ruas,
como os indignados espanhóis, os estudantes chilenos em defesa da educação
pública, as mobilizações no norte da áfrica, os estudantes em greve estudantil
no Quebéc e a greve geral unificada na Espanha, Grécia e Portugal. Por isso
cresce o questionamento as velhas direções traidoras, eleitoreiras e
reformistas. Um exemplo é a derrota do Partido Comunista nas eleições dos DCE’s
das principais universidades do Chile, visto que traíram a luta por educação
gratuita.
Nada deve deter a Primavera
Carioca
No Rio de Janeiro, vivemos a
Primavera Carioca, que mobilizou a juventude e o povo em defesa de um projeto
de cidade oposto ao de Eduardo Paes, das empreiteiras e das empresas de
transportes. A campanha do Freixo e do PSOL, que juntou 15 mil pessoas num
comício na Lapa, apontou uma alternativa ao projeto do Sérgio Cabral, da Dilma
e do Paes. Fizemos uma campanha militante, sem financiamento de empresas,
enquanto Eduardo Paes recebeu milhões da Fetranspor e das empreiteiras para
comprar por meio do “mensalão carioca” as 17 siglas que o apoiam. Repetiu,
assim, apenas a velha forma de fazer política de seus aliados. Não esquecemos
que o PT e o PC do B, em São
Paulo , aliaram-se a Maluf para vencer. Por seus compromissos
com seus financiadores de campanha, Paes anunciou reajuste da tarifa de ônibus.
Somos parte da Primavera Carioca
que na UNIRIO organizou o comitê de campanha mostrando que é possível fazer
política de forma diferente. Nosso debate com Marcelo Freixo juntou mais de 400
estudantes sem ninguém receber um real para estar lá. Nossa tarefa agora é
mobilizar contra o aumento da passagem de ônibus, em defesa do passe livre,
mostrando que nada é impossível de mudar.
Não nos representam!
Este ano comemoramos 20 anos do
Fora Collor, protagonizado pela juventude que pintou a cara e foi às ruas lutar
contra a corrupção. Se em 1992
a UNE mobili-zava a juventude contra a corrupção, hoje é
diferente. A direção majoritária da UNE (PCdoB/PT) tornou-se parte do governo
e, em meio ao julgamento do mensalão, ao invés de mobilizar os estudantes para
irem às ruas lutar contra a corrupção no país e pelo julgamento e prisão de
todos os corruptos, a UNE se cala, porque é defensora dos corruptos, como o
ex-ministro dos Esportes, Orlando Silva (ex-presidente da UNE e Ministro pelo
PC do B), afastado do ministério devido às denúncias de corrupção. Uma vergonha
para a história do movimento estudantil, que não pode mais contar com a direção
majoritária para lutar. Além disso, outro dirigente do PC do B, o Aldo Rebelo,
foi o relator das mudanças do código florestal para beneficiar o agronegócio.
Por isso durante a greve, os
estudantes não aceitaram a direção majoritária da UNE no comando nacional de
greve estudantil, porque não confiam numa direção que não luta contra os cortes
de verbas, que mudou de lado e hoje recebe milhões de reais do governo em troca
de seu silêncio e apatia, se tornando um verdadeiro braço do governo no
movimento estudantil. Por outro lado, os estudantes também não aceitaram que
outras entidades falassem em nome dos grevistas. Por isso a ANEL também foi
impedida de negociar. Quem falou em nome dos estudantes grevistas foram os
estudantes grevistas e seu comando de greve.
Na UNIRIO, o DCE é alinhado à
direção UNE, e aos moldes da entidade nacional, prefere tomar cafezinho com a
reitoria ao invés de mobilizar os estudantes. Durante a greve, o DCE
desrespeitou as deliberações do comando de greve e também da assembleia
estudantil.
Neste último ano o DCE UNIRIO não
protagonizou nenhuma luta e tampouco movimentou os estudantes, porque prefere
apostar nas conversas e acordos com a Reitoria. Prova disso é o nosso bandejão,
que após anos de luta, teve suas obras iniciadas em 2011 e em 2012 está muito
atrasado. O DCE prefere justificar e buscar os argumentos da reitoria ao invés
de exigir agilidade e denunciar o atraso nas obras.
Nada é Impossível de Mudar!
A eleição do DCE será um momento
importante para virarmos esse jogo! Não podemos admitir que a juventude da
campanha do Eduardo Paes continue no nosso DCE. O DCE precisa estar à frente da
luta contra o aumento da passagem anunciado pelo prefeito, não confiamos nos
amigos do prefeito, do Reitor, do governador e da Dilma no nosso DCE, que
precisa de independência frente aos governos e à reitoria para pautar suas
bandeiras. A lógica da troca de favores só beneficia a reitoria, que
disponibiliza estrutura para o DCE (como carros da universidade que buscam os
estudantes em casa) se calar frente aos descasos com os estudantes.
Os estudantes da UNIRIO precisam
do reajuste das bolsas para equipara-las ao valor do salário mínimo, de moradia
estudantil, do término das obras do Bandejão, das reformas estruturais (IVL,
CLA, IB), da construção do novo prédio do CCH. É necessário defender o HUGG e a
barrar a política de privatizações do governo, como a EBSERH (Empresa
Brasileira de Serviços Hospitalares) e para isso é necessário mudar
radicalmente a política do DCE, que tem que sair do lado da reitoria e dos
governos e ser devolvido aos estudantes.
Convidamos você, que construiu a
primavera carioca, que esteve com o Freixo nas últimas eleições, que concorda
conosco e acha que nada deve parecer impossível de mudar, para participar da
reunião para construção da chapa de oposição ao DCE UNIRIO e realizar a
Primavera Carioca na UNIRIO!
Reunião: 5ª feira, 08/11 às 17h
na sala 205 do CCH – Urca
Nada deve parecer natural: Pela
Auto Organização dos Estudantes EAD
Nos últimos dias, ocorreram
Conselhos de Entidades de Base para definir o regimento das eleições do DCE.
Defendemos nestas reuniões que os estudantes de Ensino à Distância têm muitas
lutas para organizar e muitas demandas que não são atendidas. Por terem um
funcionamento sob uma lógica distinta do ensino presencial, achamos que o mais
legítimo e representativo para esses estudantes é que tenham uma
auto-organização, composta por seus pares e que atue de forma autônoma e sempre
que possível parceira do DCE, para mobilizar os estudantes EAD e garantir
melhorias e conquistas para sua vida acadêmica.
Achamos que é falso dizer que os
estudantes de mais de 20 polos EAD são representados pelo DCE, e o mais honesto
com os mesmos, é incentivar que se auto organizem. Ninguém melhor do que os
estudantes EAD para levantarem as bandeiras dos estudantes EAD.
Infelizmente a direção atual do
DCE não está disposta a organizar essa luta e espalhou calúnias contra o Vamos
à luta e o PSOL após a implosão do penúltimo CEB. Diante do impasse propusemos
uma assembleia geral para definir a questão, mas a direção do DCE foi contra.
Eles são anti-democráticos, não querem que a base decida sobre os rumos da
entidade
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Estudantes grevistas denunciam no Dia de Atividades no IB que revitalizam os espaços por descaso dos responsáveis
No dia 23 de agosto, o Comando Local de Greve Estudantil da UNIRIO realizou um Dia de Atividades no IB com o tema "A greve continua. Dilma a culpa é sua!".
De manhã houve um debate sobre privatizações na saúde e na educação com os debatedores Rodrigo Ribeiro (assistente social do HUGG) e Maria de Fátima Siliansky (professora do IESC UFRJ), ambos militantes da Frente Nacional Contra a Privatização na Saúde.
Depois do debate, à tarde, servimos um "Almoção" pra galera, feito por membros próprio Comando. E logo após, começamos uma oficina de confecção de cartazes e pintura do local. Alguns cartazes foram feitos para o Ato da Educação que teria no dia seguinte, dia 24, e outros, junto com a pintura do local, para denunciar o estado lamentável do IB e a atitude dos próprios estudantes de revitalizar o espaço devido a ausência de movimentação da Reitoria e da Direção do Campus.
De manhã houve um debate sobre privatizações na saúde e na educação com os debatedores Rodrigo Ribeiro (assistente social do HUGG) e Maria de Fátima Siliansky (professora do IESC UFRJ), ambos militantes da Frente Nacional Contra a Privatização na Saúde.
Depois do debate, à tarde, servimos um "Almoção" pra galera, feito por membros próprio Comando. E logo após, começamos uma oficina de confecção de cartazes e pintura do local. Alguns cartazes foram feitos para o Ato da Educação que teria no dia seguinte, dia 24, e outros, junto com a pintura do local, para denunciar o estado lamentável do IB e a atitude dos próprios estudantes de revitalizar o espaço devido a ausência de movimentação da Reitoria e da Direção do Campus.
sábado, 25 de agosto de 2012
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Assembleia Geral de Docentes da UnB
De 870 docentes, 445 foram a favor da manutenção da greve e 478 contrários a ela. Somando o total de 923 votos. Questionada sobre a lista de presença, a diretoria da Adunb (Associação dos Docentes da Universidade de Brasília) se recusou a fazer a contagem da lista e saiu sem deixar esclarecimento.
Redação do CNGE em Brasília.
24/08/2012
Redação do CNGE em Brasília.
24/08/2012
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